ITAÚ INVENTA A “DEMISSÃO HUMANIZADA” E GERA POLÊMICA

 

ITAÚ INVENTA A “DEMISSÃO HUMANIZADA” E GERA POLÊMICA


O Itaú causou uma grande polêmica ao criar a “demissão humanizada” para os seus funcionários; entenda o que é (Por Beatriz Capirazi) - imagem Seeb SP -

O banco Itaú, considerado uma das principais empresas financeiras da bolsa de valores do Brasil, a B3, causou polêmica nesta semana ao inventar o conceito de “demissão humanizada”. A ideia é que o trabalhador seja antecipadamente avisado de sua demissão futura.

O conceito, embora supostamente tenha uma preocupação com a saúde mental do funcionário, foi visto como polêmico por diversas pessoas. No entanto, o banco alega que avisar antecipadamente da demissão é uma vantagem, pois além de o colaborador não ser pego de surpresa com a demissão, ainda tem tempo de buscar por outra vaga.

Como funcionará?
À imprensa, o Itaú destacou que a “demissão humanizada” não será implementada para todos os setores do banco. A ideia é que áreas que serão reestruturadas em breve no banco usem essa ação para resolver demissões futuras, já que, em muitos casos, o cargo da pessoa não existirá mais.

Mesmo diante desta justificativa, representantes ligados ao Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região garantem que não é aceitável que um banco do porte do Itaú, que registrou um lucro altíssimo no ano passado, demita tantas pessoas, mesmo alegando que será de uma forma “humanizada”.

Ainda em resposta a ação do Itaú, o Sindicato ainda criticou o fato de o trabalhador ter a sobrecarga de já saber que será demitido, enquanto ainda sofre com “metas abusivas e sobrecarga de trabalho”.

A instituição ainda destaca que a ação pode levar ao adoecimento de diversos trabalhadores, tanto em âmbito físico, quanto mental, questionando como a ação está ligada à humanização.

Em nota, o movimento sindical pediu que o Itaú se responsabilize por estes funcionários que não terão mais cargos — como os que estão sendo substituídos por automações —, para que sejam realocados e mantidos seus empregos. (Fonte: Seu Crédito Digital)
[10:16, 10/03/2023] Wilson Mitoso: CÂMARA APROVA PROJETO QUE GARANTE PENSÃO A FILHOS DE MULHERES VÍTIMAS DE FEMINICÍDIO
Texto propõe que benefício seja pago até a criança ou adolescente completar 18 anos, desde que a família atenda ao critério de renda. Projeto será analisado por senadores. (Por Beatriz Borges e Filipe Matoso, g1)

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (9) uma proposta que garante uma pensão às crianças e adolescentes cujas mães foram vítimas de feminicídio. O texto ainda será analisado pelo Senado.

O projeto é de autoria das deputadas Benedita da Silva (PT-RJ), Erika Kokay (PT-DF), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Luizianne Lins (PT-CE), Maria do Rosário (PT-RS), Natália Bonavides (PT-RN), Professora Rosa Neide (PT-MT) e Rejane Dias (PT-PI).

O valor da pensão estabelecido no projeto é de um salário mínimo e deve ser pago até o menor completar 18 anos.

Para ter acesso ao benefício, a renda mensal per capita dos filhos ou dependentes menores de idade, órfãos em razão do crime de feminicídio, deve ser igual ou menor que 25% de um salário mínimo.

O texto estabelece ainda que a pensão não poderá ser acumulada com “benefícios previdenciários recebidos do Regime Geral de Previdência Social – RGPS ou dos Regimes Próprios de Previdência Social, nem com pensões ou benefícios do sistema de proteção social dos militares”.

Proposta
Ainda, segundo o projeto, o benefício será retirado se o menor tiver sido “condenado pela prática de ato infracional análogo a crime, mediante sentença com trânsito em julgado, como autor, coautor ou partícipe de feminicídio doloso, ou de tentativa desse ato, cometido contra a mulher vítima da violência, ressalvados os absolutamente incapazes e os inimputáveis”.

A proposta aprovada pela Câmara foi o substitutivo (emenda apresentada pelo relator) apresentado pelo deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM).

O projeto original, entre outros pontos, propunha que a pensão fosse paga no modelo de Benefício de Prestação Continuada (BPC), no entanto, o substitutivo defendeu que estender o pagamento do BPC “para outros beneficiários, que não idosos ou pessoas com deficiência, poderia suscitar questionamentos acerca da sua constitucionalidade”.

Com isso, o projeto aprovado pela Câmara prevê que o pagamento será feito na modalidade de pensão especial. (Fonte: g1)

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