Mulheres são mais inteligentes emocionalmente do que os homens, diz estudo
São Paulo - A ideia de que a mulher é o sexo frágil já caiu por água abaixo há bastante tempo. Mas um estudo recente comprovou que o sexo feminino supera o masculino em quase todos os sentidos da inteligência emocional do ser humano.
A pesquisa conduzida pelo Korn Ferry Hay Group, uma consultoria global de gestão de negócios, usou dados de mais de 55.000 profissionais espalhados por cerca de 90 diferentes países. A principal conclusão foi que em 11 das 12 competências de inteligência emocional, as mulheres superaram os homens. A única competência em que o sexo feminino não obteve as melhores pontuações foi em “autocontrole emocional”, onde, na verdade, não houve diferença entre os sexos.
Sobre as várias outras categorias de liderança, muitas são importantes e fazem diferença no mercado de trabalho. Inúmeros tópicos em que mulheres receberam uma maior pontuação são importantes para o sucesso de gestão, por exemplo. Veja algumas das categorias abaixo:
A dúvida que fica é: será que as mulheres são mais adequadas à gestão de negócios do que os homens? Profissionais da área responderam que “independentemente do sexo, os dados mostram que os líderes mais eficazes são aqueles que são capazes de demonstrar altos níveis de inteligência emocional e social.
Permanecer calmo durante os tempos turbulentos, inspirado enquanto ainda não há um consenso, compreensivo, são algumas das características que fazem bastante diferença. Além disso, é importante que os gestores treinem a próxima geração de profissionais”.
A luta pelo engajamento e pelo reconhecimento feminino no mercado de trabalho ascende e, cada vez mais, cresce. Alguns outros estudos, no entanto, mostram o quanto o empoderamento feminino têm mudado alguns cenários. Veja alguns exemplos:
– Um estudo da Gallup, companhia de pesquisa de opinião norte-americana, mostra que as gerentes consistentemente superam os homens quanto ao engajamento de seus funcionários.
– A pesquisa do Peterson Institute, especializado em estudos da economia e das relações internacionais, associou o aumento dos papéis de liderança feminina aos crescimentos de rentabilidade.
Fonte: BrasilForbes




